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27 Ago
Autor: Por Redação - www.simi.org.br - Fonte: G1- Minas Gerais Categoria: Mercado +60 Estudo revela que 80% dos mineiros com mais de 55 anos consomem tecnologia
Uma pesquisa feita pela Pipe.Social e Hype60+, encomendada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), aponta que 80% dos mineiros com mais de 55 anos têm computadores em casa.
 
O estudo “Tendências do Mercado Prateado de Minas Gerais”, divulgado na última semana, mostra que os idosos têm acompanhado os avanços da tecnologia e se tornado cada vez mais consumidores desses produtos.
 
Dos 277 entrevistados, 59% têm smart TV e 90% smartphone. O estudo aponta que as redes sociais também têm feito a cabeça deles. Mais da metade das pessoas com mais de 65 anos (55%) são usuárias da rede social. Segundo o levantamento, o WhatsApp é um dos aplicativos preferidos dos mineiros com mais de 60 anos. O Facebook também é uma ferramenta que faz parte da vida dos idosos: 88% dos entrevistados entre 55 anos e 64 anos movimentam seus perfis.
 
Ainda de acordo com o estudo, 9% das pessoas com idades entre 55 e 64 anos costumam comprar pela internet. Este número aumenta para 13% quando o foco são os maiores de 65 anos.
 
"Tsunami prateado"
 
Segundo a CDL, a pesquisa busca traçar um perfil do consumidor “prateado” para que o mercado possa desenvolver estratégias que atendam este público. Ainda de acordo com a instituição, esta faixa etária movimenta um mercado de R$ 1,6 trilhão por ano no Brasil.
 
Além disso, a população brasileira está em trajetória de envelhecimento e, até 2060, o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5%, estima o IBGE. Ou seja, 1 em cada 4 brasileiros será idoso. O aumento desta parcela da população recebeu o nome de “Tsunami prateado”.
 
De acordo com Bruno Falci, presidente de CDL/BH, o comércio tem que se preparar para receber essa faixa etária da melhor forma possível. “Tem uma experiência, uma vitalidade e uma vontade de continuar produzindo. Nós empresários temos de criar um ambiente para recebê-los. Tanto como mão de obra como também como consumidores. Aí está o desafio de alcançar esse equilíbrio”, destacou.
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